Feedback: Dica de vídeo – DEAD FLOWERS (ALTERNATE VERSION) – The Rolling Stones

 

 

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Fonte: The Rolling Stones Vevo/ YouTube

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Feedback: Dica de vídeo – PERFIL: MIKE MILLS/R.E.M.

 

Informação geral:

Nome completo – Michael Edward Mills 

Nascimento – 17 de dezembro de 1958
Local de nascimento – Orange County, Califórnia/ Estados Unidos
Gênero(s) – Rock alternativo, pop
Instrumento(s) – Baixo, vocal, guitarra, violão, piano, acordeão
Período em atividade – 1980 – presente
Outras ocupações – Compositor, produtor
Afiliação(ões) – R.E.M., Hindu Love Gods, The Backbeat Band, Automatic Baby

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground / YouTube

Gatekeeper: Dica de álbum – Motörhead (1977) – Motörhead

Motorhead1977

No dia 28 de dezembro de (2015), o mundo perdia Ian Fraiser Kilmister, a personificação máxima do lema sexo, drogas e rock and roll, um cara que viveu a vida como quis, não dando a mínima para qualquer tipo de julgamento de sua pessoa. Foi também responsável por dar vida a uma verdadeira instituição da música pesada, o Motörhead, talvez a única grande unanimidade existente no meio da música, já que era respeitada por fãs de todas as vertentes do Rock.

Surgido em (1975), após Lemmy ter sido chutado do Hawkwind, depois de ser detido na fronteira canadense por porte de drogas e passar 5 dias preso, fazendo com que a banda tivesse que cancelar alguns shows. A estreia deveria ter se dado no mesmo ano, com o álbum On Parole, mas o mesmo acabou sendo rejeitado pela gravadora da banda na época. Ainda assim, boa parte dele acabou sendo regravado em um período de apenas 48 horas, no ano de (1977) e lançado com o nome de Motörhead, configurando dessa forma o debut do grupo. Tendo saído em agosto de (1977), originalmente era composto de 8 faixas, sendo 3 delas composições de Lemmy para o Hawkwind, “Motorhead” (presente em Warrior on the Edge of Time), “Lost Johnny” (presente em Hall of the Mountain Grill) e The Watcher (presente em Doremi Fasol Latido), além de um cover para “The Train Kept ARollin‘”, de Tiny Bradshaw. Posteriormente, em (1981), recebeu uma edição com outras 3 faixas que haviam sido gravadas na mesma sessão, mas que haviam ficado de fora, “On Parole”, “Beer Drinkers & Hell Raisers”, cover do ZZ Top e “I’m Your Witch Doctor”, cover de John Mayall & the Bluesbreakers.

Por anteceder uma sequência simplesmente clássica de álbuns que se seguiu entre (1979) e (1982). Motörhead é meio que esquecido por parte dos fãs, já que metade dele é composto por covers e não está propriamente recheado de clássicos. Mas isso se trata de uma grande injustiça, pois nele está sendo apresentado a fórmula que gerou a sonoridade única e irrotulável da banda. A mescla de Punk, Metal, Rock and Roll e Blues, mescladas em canções de estrutura relativamente simples, vigorosas, sujas, cruas, transbordando testosterona por todos os poros se faz presente em cada uma das 8 faixas originais do trabalho (e claro, nas 3 que se fizeram presentes depois). tem também o mérito de apresentar a formação clássica, com Lemmy, “Fast” Eddie Clarke e Phil “Philthy Animal” TaylorOk, nem todas as músicas aqui presentes estão no mesmo nível e algumas poucas estão mais preenchendo espaço do que qualquer outra coisa, mas ainda assim os vocais fortes, as guitarras marcantes, o baixo distorcido, a bateria pesada, tudo está aqui. Dentre os destaques inegáveis, “Motörhead”, “Vibrator”, “Iron Horse/Born to Lose” e “Keep Us on the Road”, certamente a melhor do álbum. Vale prestar atenção no desempenho de “Fast” Eddie Clarke, responsável por alguns ótimos solos.

Como já dito, Motörhead pode não ser um álbum repleto de clássicos, mas possui grande importância, já que méritos não faltam para o mesmo. Aqui está não só a fórmula que marcou a carreira da banda, como também as raízes para estilos mais extremos dentro do Metal. Um trabalho que merece ser sempre revisitado e que abriu caminho para o rolo compressor dos anos seguintes.

 

Canções:

1 – Motorhead (Hawkwind cover)
2 – Vibrator
3 – Lost Johnny (Hawkwind cover)
4 – Iron Horse / Born to Lose
5 – White Line Fever
6 – Keep Us on the Road
7 – The Watcher (Hawkwind cover)
8 – The Train Kept a-Rollin’ (Tiny Bradshaw cover)

Fonte: Leandro Vianna / Roadie Metal

Feedback: Dica de vídeo – Curso de Escalas I – Pentatônica Menor e Penta blues – Cifra Club

 

Aula 1 – Pentatônica: confira as dicas de improvisação, exercícios para agilidade e muito mais pra quem quer criar solos de Blues e Rock N’ Roll. Apresentada por Phillipe Lobo e Patrick Blancos

Apostila: http://cifraclub.cc/aprenda/escalas/p…

Cifra: http://cifraclub.cc/blues-12-compassos

Assista essa aula dividida em capítulos:

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Fonte: Cifra Club/YouTube

Feedback: Dica de vídeo – PERFIL: BILL BERRY/R.E.M.

 

 

Informação  geral:

Nome completo – William Thomas Berry
Nascimento – 31 de julho de 1958
Local de nascimento – Duluth, Minnesota/Estados Unidos
Gênero(s) – Rock alternativo, pop
Instrumento(s) – Bateria, percussão, vocal, piano, violão, guitarra, baixo
Outras ocupações – Compositor, fazendeiro
Afiliação(ões) – R.E.M., Hindu Love Gods

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground/ YouTube

Gatekeeper: Dica de álbum – Musical Guide from Stellium (1992) – Dorsal Atlântica

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O Dorsal Atlântica vinha em uma crescente de popularidade e de respeito por parte dos headbangers brasileiros. Com a ópera “Searching For The Light“, a banda carioca avançou ainda mais em detalhes e características variadas em sua sonoridade, ao mesmo tempo em que o trabalho lírico foi mal compreendido e a banda passou a ser taxada de “metaleiros intelectualizados”. Pois bem. Em (1991) houve a saída do baterista ToninhoHardcore”, o que ensejou audições a fim de se encontrar um novo músico para o posto vacante. Após quase um ano de testes, Guga Távora foi o escolhido para assumir as baquetas. Seu estilo mais técnico e refinado, que eram obradas em mãos e pés pesadíssimos, ampliou ainda mais as possibilidades de composição da ousada Dorsal Atlântica. Segundo Carlos “Vândalo” Lopes, a causa da saída de Hardcore foi a insatisfação com a pouca grana que a banda ainda recebia.

Com o power trio fechado em Carlos “Vândalo” Lopes (vocais, guitarra), Cláudio “Cro-Magnon” Lopes (baixo) e Guga, a banda fez um show em abril (1992) na antiga quadra da escola de samba Estácio de Sá, juntamente com os paulistas do Korzus, abrindo para os alemães do Kreator, que na época promoviam “Coma Of Souls“. A hora de gravar um novo fulllength chegou, e o trio entrou em estúdio para registrar o quarto álbum de estúdio da carreira, “Musical Guide From Stellium“, o segundo com letras completamente em inglês. Neste quarto registro, lançado em (1992), a banda passou a abordar temas esotéricos em suas letras. A começar pelo título do álbum: “stellium”, em astrologia, é o nome dado ao momento em que três ou mais planetas se encontram no mesmo signo ou na mesma casa astrológica (duvido você não ter lembrado daquele mangá/anime…), o que causa uma potencialização nas características do signo afetado. A faixa 4, “Kali Yuga (From Vishnu Purana)”, relaciona o atual estado do mundo com o último período em que o planeta deve atravessar, que os hindus chamam de “Kali Yuga”. Ainda, na faixa “Thy Will Be Done“, é trazido as palavras do profeta Nostradamus, que tem suas falas cantadas em quatro idiomas por Vândalo.

Musicalmente falando, “Musical Guide From Stellium” mostra um Dorsal Atlântica mais progressivo e de músicas mais complexas. É um trabalho de difícil assimilação em uma primeira ou segunda audição, devido ao imenso número de detalhes que temos a possibilidade de captar advindas das músicas. O trabalho começa com “Razor’s Edge“, uma música rapidíssima, que mostra o que Guga veio fazer de fato na banda dos irmãos Lopes, ritmo que se mantém na segunda faixa, “Recycle Yourself“. Os bumbos duplos de Guga conduzem insanamente a música “The Hidden And Unexpected“. O Hardcore toma o papel de frente na já citada “Kali Yuga (From Vishnu Purana)”. A chibata come de novo em “Seven Races“, que é mais veloz que Hélio Castroneves no oval de Indianápolis, e em “Rock Is Dead“, com suas mudanças repentinas de andamento. Um dos grandes momentos do disco vem com “Warrior“, que traz uma veia Doom oitentista muito forte. A ousadia em grande evidência da Dorsal torna esta faixa o grande destaque do álbum! A falta de medo em ousar se mostra novamente no groove à la Deep Purple de “My Generation“. Fim da versão regular. A versão lançada pela Cogumelo Records traz ainda as faixas “Prison Cell Stage” e a progressiva “Thy Will Be Done“. Estas duas faixas trazem uma mixagem mais bruta em relação a mais bem acabada das músicas da versão regular, que foi lançada via Heavy Discos.

Com “Musical Guide From Stellium“, a importante banda carioca chegou no ápice de sua criatividade. Partes que remetem aos primeiros dois álbuns do grupo se misturam com mil mudanças de andamento, todas muito bem planejadas e emendadas. Influências setentistas e esotéricas emolduram com perfeição o tradicional som agressivo do power trio. Convém lembrar que este foi o primeiro registro da Dorsal Atlântica com captação de som profissional. Belo trabalho foi feito nos estúdios, pois a guitarra de Vândalo soa pesada e o baixo de Cro-Magnon tem o destaque que merece, a altura de sua performance como sempre magnânima. Também, a performance de Guga nas baquetas não foi menos que magistral. A criatividade da capa é de fazer cair o queixo de qualquer elemento, tanto que foi escolhida como uma das melhores de (1992) pela mídia especializada. Assim como o álbum em si.

Definitivamente, um clássico do Heavy Metal nacional, que mostra como misturar agressividade, ousadia, complexidade e inteligência num só álbum.

 

Canções:

1 – Razor’s Edge
2 – Recycle Yourself
3 – The Hidden And Unexpected
4 – Kali Yuga (From Vishnu Purana)
5 – Seven Races
6 – Rock Is Dead
7 – Warrior
8 – My Generation
9 – Prision Cell Stage (bonus-track)
10 – Thy Will Be Done (bonus-track)

 

Formação:

Carlos “Vândalo” Lopes – vocais, guitarras
Cláudio “Cro-Magnon” Lopes – baixo
Guga – bateria

 

 

 

 

 

 

Fonte: Bruno Rocha / Whiplash

Feedback: Dica de vídeo – Angie – OFFICIAL PROMO (Version 1) – The Rolling Stones

 

One of the two official promo videos for The Rolling Stones‘ (1973) singleAngie“. It reached number 5 in the UK singles chart, and number 1 in the US Billboard chart.

The track features on the (1973) album Goats Head Soup, and was composed by Mick Jagger and Keith Richards, and was produced by Jimmy Miller.

The song features Mick Jagger on lead vocals, Keith Richards on guitar and background vocals, Charlie Watts on drums, Mick Taylor on guitar and backing vocals, Bill Wyman on bass guitar, Nicky Hopkins on piano and strings arranged by Nicky Harrison.

The video was directed by filmmaker Michael Lindsay-Hogg, who also directed the promo videosNeighbours“, “Jumping Jack FlashandChild Of The Moon“. Lindsay-Hogg also directed promos for The Beatles and The Who.

 

BuyAngieon iTunes:

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Goats Head Soup:

http://itunes.apple.com/gb/album/goat…

 

Angie, Angie, when will those clouds all disappear?

 

Angie, Angie, where will it lead us from here?

With no loving in our souls and no money in our coats

 

You can’t say were satisfied

But Angie, Angie, you can’t say we never tried

 

Angie, you’re beautiful, but ain’t it time we said goodbye?

Angie, I still love you, remember all those nights we cried?

All the dreams we held so close seemed to all go up in smoke

Let me whisper in your ear:

Angie, Angie, where will it lead us from here?

Oh, Angie, don’t you weep, all your kisses still taste sweet

I hate that sadness in your eyes

But Angie, Angie, ain’t it time we said goodbye?

 

With no loving in our souls and no money in our coats

 

You can’t say were satisfied

But Angie, I still love you, baby

Everywhere I look I see your eyes

There ain’t a woman that comes close to you

Come on baby, dry your eyes

But Angie, Angie, ain’t it good to be alive?

Angie, Angie, they can’t say we never tried

 

 

 

 

 

 

Fonte:  The Rolling Stones/YouTube

FEEDBACK: DICA DE VÍDEO – CARNICERIA TROPICAL – RATOS DE PORÃO: VLOG/ANÁLISE COMPLETA DO CD

 

Álbum de estúdio do Ratos de Porão:

Lançamento – 1997
Gravação – 1997 em Bop Sound Studio, São Paulo, Brasil
Gênero(s) – Hardcore punk, crustcore
Duração – 41:30
Gravadora(s) – Paradoxx Music (BR), Alternative Tentacles (EUA)
Produção – Billy Anderson

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground / YouTube

Gatekeeper: Dica de álbum – Facing Your Enemy (2012) – At Vance

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Em (2009), o álbum “Ride The Sky” foi um ótimo retorno ao topo para o At Vance com um som mais maduro e atualizado, ou mais hard rock clássico, eles lançaram seu melhor álbum desde “Only Human”… Naquela época Rick Altzi (também muito ocupado com as bandas Sandalinas/ Frequency e Thunderstone) foi o gatilho para o novo começo. O sueco é um cantor tão grande com incríveis habilidades combinadas com uma variedade espetacular e uma sensibilidade verdadeiramente emocionante, mas apesar de suas semelhanças com Lande / Coverdale, os seguidores atentos da banda certamente notarão que desta vez novamente, Altzi soa quase como o cantor original: Oliver Hartmann (Centers / Avantasia / Hartmann / Iron Mask / Empty Tremors / Genius).

Este álbum é um pouco mais voltado para o power metal do que “Ride The Sky”, e se as cinco primeiras faixas mais “Fame and Fortune” são matadoras (com bateria explodida tocada por Casey Grillo do Kamelot) outras músicas como “Don’t Dream” Ou “ See Me Crying” ainda são impressionantes… Simplesmente mais no estilo das bandas Rainbow / Whitesnake… A faixa-título como um exemplo, é a perfeita bandeira do At Vance de (2012) com um grande refrão e um simples riff reduplicado, deixando uma experiencia  impressionante. Os teclados estão presentes no som global e refinado, sem enfraquecer o tom da guitarra rítmica e deram ao álbum uma produção completa e rica, mas sofisticada.

Savior” é mais como os álbuns mais antigos e bastante semelhante à era “Episode” da banda Stratovarius! Tokyo” é uma faixa de covers muito interessante, originalmente gravada pela banda Tokyo, do Craaft, líder do Klaus Luley. Estranhamente, Luley está de volta à linha de frente quando seu novo álbum solo, “Today’s Tomorrow“, foi lançado e nada menos do que 4 CDs do Tokyo foram relançados em (2011). March Of The Dwarf” é um pequeno instrumental neoclássico na verdadeira tradição do gênero e, como sempre, uma boa exibição para o impressionante trabalho de guitarra e solo melódico fornecido por Olaf Lenk (também conhecido como Olaf Jung). Não é uma faixa fraca, com o ritmo acústico é um final agradável para este som absolutamente recomendado.

Ao contrário dos álbuns anteriores, onde havia uma barreira de dois anos, o antigo At Vance, liderado pelo requintado guitarrista Olaf Lenk, lançou outro álbum de estúdio depois de três anos. Facing Your Enemy“, através da AFM Records, mantém o mesmo senso de heavy metal melódico infundido junto com hard rock na veia dos anos (80), mais a performance virtuosa de Lenk que nunca deixa de surpreender com suas habilidades. No entanto, ao contrário do último esforço da banda, que significa “Ride The Sky”, o álbum “Facing Your Enemy” decepcionou um pouco, já que foi mais fraco que o anterior. Por alguma razão, enquanto se escuta, você continua pensando sobre o passado da banda, e não se debruça sobre a questão do vocalista novamente, como no passado, só que a banda/cozinha está mais rápida no estilo power metal que já dominou suas composições. Mesmo assim, essa é a direção ajustada e ninguém poderia combatê-la, apenas se acredita que as energias do passado eram surpreendentes e insuperáveis.

Embora “Heaven Is Calling” fosse bem sólida e não mais do que isso, “Facind Your Enemy” acabou se tornando um clássico de ouro e foi difícil deixar isso acontecer devido a sua compostura viciante. Seguindo os seus passos, vieram “Eyes Of A Stranger”, que a princípio faz acreditar que era uma música cover, também deu um tapa na crítica com o seu peso, ela apresenta acessibilidade e trabalho criativo de guitarra. No entanto, em “Fear No Evil” com exceção de “See Me Crying” e a capa do Craaft para “Tokyo”, que é o único outro blaster da versão de Lenk para a incrível origem de sua musicalidade, o material soou como se estivesse realmente se repetindo várias vezes. Da para sentir um pouco de arrasto porque poderia ter sido muito mais produzido e não foi. Infelizmente é preciso admitir que de certa forma o At Vance perdeu um pouco a sua magia, especialmente com as mudanças contínuas entre o power metal em direção ao estilo neoclássico, que sempre foi ótimo, em relação ao hard rock. Parece que os dias de “No Escape” e “Only Human” não voltam. No entanto, o At Vance tinha alguns exemplos de seu legado mais antigo, como “Fame and Fortune” e “Savior”, mas ainda assim eles não conseguiam igualar seus clássicos mais antigos.

Facing Your Enemy” não é um álbum ruim, é bom, ainda abriga a velha alma de Lenk e do At Vance, mas quando se trata das músicas as antigas são memoráveis, a capacidade da guitarra de Lenk é hipnotizante. Ninguém poderia tirar esse talento dele. Então talvez possam ter melhor sorte da próxima vez? Os fãs certamente esperam que sim.

 

Canções:

1- Heaven is Calling
2 – Facing Your Enemy
3 – Eyes of a Stranger
4 – Fear No Evil
5 – Live & Learn
6 – Don’t Dream
7 – See Me Crying
8 – Saviour
9 – Tokyo
10 – March of the Dwarf
11 – Fame and Fortune
12 – Things I Never Needed

 

Formação:
Rick AltziVocals
Olaf LenkGuitars
Wolfman BlackBass
Casey GrilloDrums

 

 

 

 

 

 

Fonte: Yngwie Viking / Metal Temple