Feedback: Dica de Vídeo/Perfil: Cliff Williams/AC/DC

 

Informação geral:

Nome completo – Clifford Williams
Nascimento – 14 de dezembro de (1949)
Local de nascimento – Romford, Essex, Inglaterra
Reino Unido
Gênero(s) – Hard rock, heavy metal, blues rock, rock and roll, rock progressivo
Ocupação(ões) – Músico
Instrumento(s) – Baixo
Modelos de instrumentos- Fender Precision Bass, Fender Jazz Bass, Music Man
Período em atividade – (1966/2016) 
Gravadora(s) – Columbia
Afiliação(ões) – Sugar, Home, Al Stewart, Stars, Bandit, Alexis KornerAC/DC 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock SubmundoUnderground/YouTube

Gatekeeper: Dica de Álbum/Love Poems for Dying Children… Act II: The Garden of Crystalline Dreams (1997) – Autumn Tears

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Uma rica mistura de vocais assombrosamente belos e harmônicos com orquestração teatral sombria, majestosa, de influência clássica, capturando um som completamente novo e único.

Notas do Álbum

No seu relançamento, a canção “The Blooming“, que também foi destaque no relançamento em vinil do Ato I, foi adicionado como bônus track.

 

Gênero: Nova Era/Neoclássico
Data de lançamento: (1997)

 

Canções:

1 – “Do They Ever Sing” – 1:40
2 – “This… My Melancholic Masquerade” – 5:09
3 – “A Dreaming Kiss” – 5:09
4 – “So Sweetthe Tears” – 3:08
5 – “Commiseration in Mourning” – 2:25
6 – “The Garden of Crystalline Dreams, Act I” – 5:58
7 – “The Battle, Act II” – 3:08
8 – “The Ebony Meadow, Act III” – 6:32
9 – “A Shadow Painted White” – 6:02
10 – “Black Heaven” – 6:32
11 – “The Blooming” – 1:50

 

 

 

 

 

 

Fonte: Autumn Tears/Store CDbaby

Feedback: Dica de Vídeo/Perfil: Mark Evans/AC/DC

 

Informação geral:

Nome completo – Mark Whitmore Evans
Nascimento – 2 de março de (1956) 
Local de nascimento – Melbourne, Victoria, Austrália
Gênero(s) – Hard rock, blues-rock, rock and roll
Ocupação(ões) – Músico
Instrumento(s) – Baixo, guitarra, vocais
Período em atividade – (1972)/presente
Outras ocupações – Autor, sócio do Downtown Music Sydney
Afiliação(ões) – AC/DC, Rose Tattoo, Finch, Contraband, Heaven, The Party Boys

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground/YouTube

Gatekeeper: Dica de álbum/Still Not Black Enough (1995) – W.A.S.P.

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O que estava planejado para ser o primeiro álbum solo da carreia de Mr Blackie Lawless acabou por fim tornando-se o sexto disco oficial do W.a.s.p.Eu particularmente tenho uma “teoria” de que o W.a.s.p. num todo é uma obra solo de Lawless, inclusive estou preparando uma matéria onde faço ligações entre letras e músicas do W.a.s.p dentro de sua discografia, inclusive, para ser mais preciso, bem antes do W.a.s.p quando Lawless fazia parte do SisterEm “Still Not Black Enough” temos um W.a.s.p mais negro. Apesar do título supor que ainda não é negro o suficiente, o álbum é sim o mais obscuros do W.a.s.p com músicas introspectivas e recheadas de um sentimento interno poético e triste. O disco apesar de não ser conceitual é baseado nos momentos mais densos ​​de “The Crimson Idol” ( disco anterior do W.a.s.p.) e retrata conscientemente os demônios pessoais de Lawless, tanto que a primeira frase dita por Lawless no disco é: “Pinte uma sombra no meu coração em tons de ébano”.

O disco traz uma audição solida com teclados proeminentes que dá a impressão de grandeza, o material convence num geral e se impõem como um dos mais inspirados da banda. “Goodbye America” lembra um pouco a “Chainsaw Charlie” porém com mais obscuridade no clima, “Somebody to Love” é um cover do Jefferson Airplane, que para pessoas não familiarizadas com a canção original passa despercebido que ele é realmente um cover. “Scared to Death” tem um cântico incrível, com vocais harmoniosos e uma voz feminina bem colocada, fora os gritos tortuosos, estridentes e pesados expressados com precisão por LawlessO single principal do álbum foi a faixa “Black Forever”, musica que apesar de ter menos drive nos vocais traz uma interpretação incrível e contagiante, sem contar o trabalho da banda que salta aos ouvidos. Não posso deixar de citar “I Can´t” tema acústico muito introspectivo e climático, fora a interpretação cheia de sentimento de Lawless. Vale lembrar que essa faixa foi reutilizada em “Clockwork Mary” na segunda parte do disco conceitual The Neon God.

Still Not Black Enough”,  consequentemente é uma continuação mais densa de “The Crimson Idol” e junto com a obra máster de Black Lawless tem de ser apreciada e entendida, pois existe muito da vida pessoal do musico nestas obras em particular.

 

Canções:

1 – “Still Not Black Enough

2 – “Somebody to Love

3 – “Black Forever

4 – “Scared To Death

5 – “Goodbye America

6 – “Keep Holding On

7 – “Rock And Roll To Death

8 – “Breathe

9 – “I Can’t

10 – “No Way Out of Here

 

Formação:

Blackie Lawless – vocais, guitarra base, violão, teclados, baixo, sitar

Bob Kulick – guitarra solo

Mark Joesphson – violino

Frankie Banali -bateria

Stet Howland – percussão

Tracey Whitney – vocal de apoio

K.C. Calloway – vocal de apoio

 

 

 

 

 

 

Fonte: Roadie Metal

Feedback: Dica de Vídeo/Segunda Voz – Introdução (aula de canto) – Cifra Club

Aula com divisão em capítulos em http://cifraclub.tv/v2137

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Apoio
Samson: http://equipo.com.br/samson/
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Ficha técnica
Instrutor: Natália Sandim
Imagens: Duda Gonzalez
Áudio: Noel Fernandes
Edição: Ana Pessôa

 

 

 

 

 

 

Fonte: Cifra Club/YouTube

Feedback: Dica de Vídeo/Perfil: Phil Rudd/AC/DC

 

Informação geral:

Nome completo – Phillip Hugh Norman Rudd, Phillip Hugh Norman Witschke Rudzevecuis (nome de nascimento)
Nascimento – 19 de maio de (1954) 
Local de nascimento – Melbourne, Vitória, Austrália
Gênero(s) – Hard rock, blues-rock, rock and roll
Ocupação(ões) – Musico
Instrumento(s) – Bateria
Modelos de instrumentos – Sonor
Período em atividade – (1972/1983, 1994)/presente
Afiliação(ões) – Buster Brown, AC/DC

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground/YouTube

Gatekeeper: Dica de álbum/Into the Labyrinth (2008) – Saxon

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Talvez apenas aqueles que estavam por aí durante a explosão do NWOBHM gostem de reclamar das “bandas de hoje em dia” ou talvez seja de fato um crime que o Saxon ainda não receba os elogios que merece. Por outro lado, estamos falando principalmente de fãs inconstantes dos Estados Unidos, que muitas vezes ignoram os méritos de uma banda que é sem dúvida tão forte quanto nunca foram com uma recente série de álbuns vencedores que incluem “Lionheart” e “The Inner Sanctum” . E o  álbum “Into the Labyrinth” continua com essa sequência e merece ser colocado no nível superior de lançamentos do Saxon provavelmente significará pouco para aqueles que não conseguiram entender o que era todo esse alarido. Muitos debaterão onde “Into the Labyrinth” cai em comparação com os últimos lançamentos sólidos do Saxon, mas a maioria concorda que é uma excelente representação do poder clássico do heavy metal e do hard rock. E na maior parte, também contém um estilo de escrita Saxon que será muito familiar para os fãs de longa data. No entanto, de acordo com a saída controlada pela qualidade da banda, não parece sério ou reciclado. A voz de Biff Byford melhorou com a idade, enquanto a produção é robusta, particularmente a mordida que é colocada nas guitarras de Paul Quinn e Doug Scarratt.

Examinando a lista de faixas, não se ouvirá apenas grampos do som do Saxon, mas também um álbum que equilibra variedade com fluxo do início ao fim. “Battalions of Steel” e “Valley of the Kings” são peças de som épico com efeitos de corais e refrões triunfantes, que podem ser considerados destaques, enquanto a veloz “Demon Sweeney Todd” é, sem dúvida, o som definitivo do álbum e “Hellcat” segue logo atrás. Melodicamente falando, “Come Rock of Ages (The Circle is Complete)” , com seu refrão infeccioso e a performance apaixonada de “Voice“”Live to Rock” segue uma longa linha de hinos com estilos AC/DC que relatam o amor do Saxon pelo rock. A fórmula é simples e as letras são profundas, mas o quinteto ainda o define. Mas é nas músicas que misturam blues e hard rock que o grupo se destaca em tomar uma fórmula testada pelo tempo e colocar seu próprio selo nela. “Slow Lane Blues” é o destaque de um quarteto de músicas que vêm com todos os tipos de arrogância, cheia de blues e rock pesado. E a desprezível “Crime of Passion” e o chiado deslizante de “Protect Yourselves” são os outros dois sons elétricos, enquanto uma surpreendentemente boa versão de slide acústico de “Coming Home (Bottleneck Version)” – originalmente aparecendo em “Killing Ground” – completa o quarteto.

Como a maioria dos fãs admite prontamente, não se trata tanto de progressão, mas de consistência em lançar álbuns malditos. A nostalgia pelos primeiros álbuns clássicos muitas vezes descarrila qualquer análise objetiva dos lançamentos modernos de uma banda como o Saxon. Mas como um álbum completo “Into the Labyrinth” está lá em cima, com alguns dos melhores trabalhos da banda.

 

Canções:

Todas as músicas por Saxon, e letras por Byford.

1 – Battalions of Steel – 6:34
2 – Live to Rock – 5:30
3 – Demon Sweeney Todd – 3:51
4 – The Letter – 0:42
5 – Valley of the Kings – 5:03
6 – Slow Lane Blues – 4:08
7 – Crime of Passion – 4:04
8 – Premonition in D Minor – 0:40
9 – Voice –  4:35
10 – Protect Yourselves – 3:56
11 – Hellcat –  3:54
12 – Come Rock of Ages (The Circle is Complete) – 3:52
13 – Coming Home (Bottleneck Version) – 3:12
14 – Live to Rock – (Single Version Japonesa) – 4:46

 

 

 

 

 

Fonte: Scott Alisoglu/Blabbermouth

Feedback: Dica de Vídeo/Perfil: Bon Scott/AC/DC

 

Informação geral:

Nome completo – Ronald Belford Scott
Nascimento – 9 de julho de (1946) 
Local de nascimento – Forfar, Angus, Escócia, Reino Unido
Morte – 19 de fevereiro de (1980) 
Local de morte – Londres, Inglaterra, Reino Unido
Nacionalidade – Australiano
Gênero(s) – Hard rock, blues-rock, rock and roll
Ocupação(ões) – Músico
Instrumento(s) – Vocais, bateria, gaita de fole
Extensão vocal – Tenor
Período em atividade – (1964/1980) 
Outras ocupações – Cantautor
Afiliação(ões) – AC/DC, Fraternity, The Valentines, The Spektors

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground/YouTube