Brainstorms: Desbravando Informações – Bizz Especial / Jimi Hendrix – Parte #05

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UM CIGANO INCURÁVEL

Em maio de (1969), o guitarrista foi preso em toronto, no canadá, por porte de maconha e heroína. Suas inquisições com o problema social do racismo o levaram a se afastar de músicos brancos, inclusive de seus companheiros do Experience, cujo último show se deu em 29 de junho, no Denver Pop Festival, em Denver, Colorado.

Logo Hendrix criou a Band Of Gypsys, com o contrabaixista Billy Cox, velho amigo do exército, e o baterista e vocalista Buddy Miles, ex-Eletric Flag. Com essa formação, ele encerou o Festival de Woodstock na manhã de 18 de agosto e gravou o disco Band Of Gypsys, retirado da apresentação do trio no réveillon de (1969), no Filmore East, em Nova york. Em 26 de julho de (1970), o guitarrista tocou pela última vez em sua terra natal, Seattle. E seu derradeiro show na Inglaterra foi o encerramento do Festival da Ilha de Wight, em 30 de agosto de (1970).

 

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Em 18 de setembro, ele tomou uma dose escessiva de tranqüilizarte. Ao começar a passar mal, ainda conseguiu deixar um recado na secretária eletrônica de Chandler: “Tô precissando muito de ajuda, cara”. O socorro chegou a tempo, mas, devido a um enfermeiro inábil que o colocou sentado na ambulância, Hendrix se sufocou com o própripo vômito e foi declarado “morto ao chegar” no Hospital St. Mary Abbott, de Londres.

Mas sua música continuou. Em março de (1971) saiu seu primeiro LP póstumo, The Cry Of Love (que ele planejava ser em álbum duplo, intitulado First Rays Of the New Rising Sun), simultaneamente a Two Great Experiences Together, trazendo gravações de Hendrix com Lonnie Youngblood e inaugarando a lista de mais de 300 LPs (sem contar os piratas!) reunindo ensaios, jams, sobras de estúdio, brincadeiras e outros registros.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Bizz Especial / Jimi Hendrix / Revista Pôster / Ano 1 – Nº 2

 

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Feedback: Dica de vídeo – Perfil / Bruce Springsteen

 

 

Informação geral:

Nome completo – Bruce Frederick Joseph Springsteen
Nascimento – 23 de setembro de (1949)
Origem – Long Branch, NJ
País – Estados Unidos
Gênero(s) – Rock, heartland rock, folk rock, rock and roll
Instrumento(s) – Vocal, violão, guitarra, piano e gaita
Período em atividade – (1965)/presente
Gravadora(s) – Columbia Records
Afiliação(ões) – E Street Band, Patti Smith

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground / YouTube

Gatekeeper: Dica de Álbum – Stiff Upper Lip Live (2001) – AC/DC

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Gravação ao vivo em um concerto realizado no Olympiastadion em Munich, Alemanha, em 14 de Junho de (2001) durante a “STIFF UPPER LIP TOUR”.

 

 

 

Canções:

1 – Stiff Upper Lip
2 – You Shook Me All Night Long
3 – Problem Child
4 – Thunderstruck
5 – Hell Aint A Bad Place To Be
6 – Hard As A Rock
7 – Shoot To Thrill
8 – Rock N Roll Aint Noise Pollution
9 – What Do You Do For Money Honey
10 – Bad Boy Boogie
11 – Hells Bells
12 – Up To My Neck In You
13 – The Jack
14 – Back In Black
15 – Dirty Deeds Done Dirt Cheap
16 – Highway To Hell
17 – Whole Lotta Rosie
18 – Let There Be Rock
19 – TNT
20 – For Those About To Rock
21 – Shot Down In Flames

 

Integrantes:

Brian Johnson – vocal
Angus Young – guitarra
Malcolm Young – guitarra, backing vocals
Cliff Williams – baixo, backing vocals
Phil Rudd – Bateria

 

Lançado em 4 de dezembro de (2001)

Gravadora: Warner
Gravado em: Olympiastadion em Munich, Alemanha, em 14 de Junho de (2001) 
Diretor: Nick Morris 
Produzido e mixado por:  Rocky OldhamMike Fraser
Fotógrafo: Guido Karp
Capa e desing: David Greenhill
Duração: 140 min 00 seg

 

 

 

 

 

 

Fonte: Acdcbrasil

Feedback: Dica de vídeo – Brown Sugar = HD – The Rolling Stones

 

 

The Rolling Stones Perform Brown Sugar Live On Top Of The Pops In March (71)* Written ByMick Jagger. _”Brown SugarIs A Song By – The Rolling Stones. It Is The Opening Track And Lead Single From Their Album Sticky Fingers (71)*, Rolling Stone magazine Ranked It Number 495 On Its List Of The 500 Greatest Songs Of All Time And At Number Five On Their List Of the 100 Greatest Guitar Songs Of All Time.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Vlado Simunovic / Dailymotion

Feedback: Dica de vídeo – Perfil / Dorsal Atlântica

 

Informações gerais:

Origem – Rio de Janeiro
País – Brasil
Gênero(s) – Thrash metal, Speed metal, Hardcore/Crossover
Período em atividade – (1981)/(2001), (2012)/Atualmente
Afiliação(ões) – Metalmorphose
Integrantes – Carlos “Vândalo” Lopes, Claudio “Cro-Magnon” Lopes, Toninho Hardcore

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground / YouTube

Gatekeeper: Dica de álbum / Saxon (1979) – Saxon

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Ícone da New Wave Of British Heavy Metal, o Saxon é uma das bandas mais aclamadas da história da música pesada mundial. O grupo inglês foi fundado em meados da década de (1970) sob o nome de Blue Condition e posteriormente teve o nome alterado para Son of A Bitch, em (1977). Após produzirem uma demo no ano de (1978), em 21 de março de (1979) os britânicos lançam o seu álbum de estreia, o autointitulado “Saxon”, via Carrere Records. Ainda que, naquele período a banda ainda não apresentasse a mesma sonoridade que os tornou reconhecidos na música pesada, executando um som mais direcionado para o Rock Progressivo e o Hard/Glam Rock, esse registro possui pouco menos de meia hora de duração e conta com oito canções que serviram para apresentar a qualidade que os músicos possuíam. A seguir, vamos adentrar no conteúdo musical desse clássico do final dos anos setenta.

Rainbow Theme”, uma instrumental bem construída de um minuto de duração serve como introdução para o disco e é rapidamente precedida pela clássica “Frozen Rainbow”, uma canção agradável e que conta com melodias cativantes, cantadas sabiamente pelo já promissor Biff Byford, além de arranjos cuidadosamente compostos pela dupla de guitarristas Graham Oliver e Paul Quinn e claro, pela “cozinha” de baixo e bateria, respectivamente formada por Steve Dawson e Pete Gill. Uma ótima forma de começar o trabalho. O Hard/Heavy setentista de “Big Teaser”, por sua vez, é extremamente grudento! É uma das incontáveis músicas que, basta escutarmos uma única vez para ela fixar em nossas mentes. Muito feeling em cada nota e verso!

A bateria de Pete Gill abre caminho para riffs potentes de guitarra, iniciando assim “Judgement Day”, uma faixa mais pesada e intensa, mas que ainda flerta com passagens mais lentas e melódicas. Mais cadenciada, “Stallions of The Highway” traz uma pegada totalmente setentista e dançante. Na sequência, temos a igualmente ótima “Backs To The Wall“, dona de uma levada cativante e bem conduzida. Um riff pegajoso inicia “Still Fit To Boogie”, uma composição tipicamente Rock ’n’ Roll. Mais uma vez, a banda desfila feeling e potencial em cada nota. Para encerrar, ainda temos “Militia Guard”, faixa que se inicia com uma bateria percussiva e um trabalho bem conduzido de guitarra. É uma das composições mais legais do álbum, justamente por ser bem simples e direta! Todos os integrantes se destacam individualmente e tudo o que é apresentado nela é perfeito. Os vocais, o trabalho de guitarras, as linhas de baixo e bateria… Tudo!

Através desse álbum de estreia, os ingleses do Saxon provaram de cara que eram músicos muito promissores, fato esse que foi comprovado ao longo dos anos, através de uma vasta discografia repleta de álbuns extremamente influentes para o Heavy Metal mundial. Ainda que seja ofuscado por outros registros concebidos pelo grupo, vale muito a pena conferir esse debut diversas vezes e sem qualquer moderação!

 

Formação:

Biff Byford (vocal)
Graham Oliver (guitarra)
Paul Quinn (guitarra)
Steve Dawson (baixo)
Pete Gill (bateria)

 

Canções:

1 – Rainbow Theme
2 – Frozen Rainbow
3 – Big Teaser
4 – Judgement Day
5 – Stallions of The Highway
6 – Backs To The Wall
7 – Still Fit To Boogie
8 – Militia Guard

 

 

 

 

 

 

Fonte: Road Metal

Brainstorms: Desbravando Informações – Bizz Especial / Jimi Hendrix – Parte #04

 

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Em (1966), Hendrix finalmente formou seu próprio grupo, Jimmy James & The Blue Flames, radicando-se no bairro boêmio de Nova York, o Greenwich Village, especialmente na casa noturna Café Wha?. Um de seus shows foi visto pela namorada do Stone Keith Ricards, Linda, que aconselhou Chas Cahndler (dos Animals) a ir vê-lo. Chandler ficou alucinado, a ponto de conversar com Hendrix e convencê-lo de duas coisas: deixá-lo ser seu empresário e ir para Londrex. Em setembro do mesmo ano, o guitarrista chegou à capital inglesa. Consta que foi em pleno voo que ele resolveu assinar “Jimi”, ao invés de “Jimmy”, como sempre escrevera até então. O fato é que logo Hendrix montou uma nova banda, com Noel Redding no baixo e Mitch Mitchell na bateria.

 
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NASCE A EXPERIÊNCIA

 Foi Chancler quem sugeriu o nome The Jimi Hendrix Experience, que o guitarrista achou “careta” no inicio. O primeiro grande show da nova banda rolou em 18 de outubro, no Olympia de Paris, abrindo para o cantor pop francês Johnny Hallyday. Realmente, (1996) foi um ano bem agitado: em 23 de outubro, o Experience fez sua primeira gravação, o compacto “Hey joe”, e, em 25 de novembro, sua estreia em Londres, no clube Bag O´ Nails. Hey Joe” foi lançada em dezembro e chegou ao sexto lugar das paradas. Em maio de (1967), saiu o primeiro LP de Hendrix, Are You Experienced?, que só não alcançou o primeiro posto por culpa de Sgt. Pepper`s, dos Beatles. No dia 18 junho, o Experience fez seu primeiro show nos EUA – e que show: nada menos que a última noite do Festival de Monterey.

Dezembro trouxe o segundo LP do Experience, Axis: Bold As Love, que conquistou o quinto lugar na Inglaterra. Em outubro de (1968), foi a vez do único LP duplo da carreira, Electric Ladyland, que conseguiu atingir a sexta posição nas paradas inglesas, apesar da capa polêmica, cheia de mulheres nuas. O primeiro a desaprovar a arte foi o próprio Hendrix, que preferia uma foto do grupo Experience ao lado de crianças brancas e negras, numa mensagem sutil de igualdade racial. Nos Estados Unidos, escolheu-se a outra capa para lançar o LP, que obteve o primeiro lugar.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Bizz Especial / Jimi Hendrix / Revista Pôster / Ano 1 – Nº 2

Feedback: Dica de Vídeo – Gênero/Subgênero da Música: Two Tone

 

 

Características:

Origens estilísticas – Ska, Punk rock, Reggae, Rocksteady
Contexto cultural – Final dos anos (1970) Midlands Ocidental, Inglaterra
Instrumentos típicos – Guitarra, Baixo, Teclado, Trompete, Trombone, Saxofones, Bateria
Popularidade – Principalmente no final dos anos (1970) e início dos anos (1980) no Reino Unido; sucesso comercial moderado na América do Norte e Europa
Formas derivadas – Ska punk

 

 

 

 

 

 

Fonte: Demo Tape Rock Submundo Underground / YouTube

Gatekeeper: Dica de álbum – Another Perfect Day (1983) – Motörhead

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Em (1980), o Motörhead encontrou-se com o sucesso avassalador de Ace of Spades e em (1981) continuou desfrutando dele com No Sleep ´Till Hammersmith e a banda ia cada vez mais conquistando fãs fato que se repetiu com o lançamento de Iron Fist em (1982) um álbum certeiro que agradou em cheio aos fãs. Rock and Roll no último volume como uma proposta suja, agressiva e veloz para ser vivida e ouvida além dos limites do inimaginável é essa a mensagem de Lemmy Kilmister. O ano de (1982) seria marcante para Lemmy e companhia, pois a primeira mudança estava acontecendo e o primeiro a deixar o power trio foi o guitarrista Eddie “Fast” Clark fato que rolou durante a turnê americana e as pressas recrutaram para substituí-lo Brian Robertson (ex-Thin Lizzy, Wild Horses) para completar a turnê e posteriormente acabou efetivado como um membro do Motörhead. Mais mudanças estavam se preparando para entrar em cena com a chegada deste novo membro e elas se fariam sensíveis na sonoridade e no visual. 

 Enfim, o fato do guitarrista rejeitar vestir-se como Lemmy e os demais integrantes do grupo o deixa de cabelos em pé, pois Robbo vestia-se de maneira completamente diferente e apresentava-se de shorts com os cabelos pintados e isso levava o líder do grupo a loucura e o fazia torcer o nariz e foi o motivo pelo qual ele foi demitido e, portanto, este foi o primeiro e último álbum de inéditas que ele registrou na banda. O som também receberia mudanças, pois ao invés de continuar extramente cru, ele receberia uns toques mais refinados o que fez com que os fãs o reprovassem. Para gravar Another Perfect Day, a banda peregrinou pelos estúdios Londrinos e registrou-o entre os meses de fevereiro e março de (1983) e o lançou em 4 de junho do mesmo ano. Notem que o álbum aqui foi injustiçado, mal compreendido. Mudanças na formação e na sonoridade acontecem e é natural avançar buscar outros rumos, ou seja, renovar-se caminhar com os pés no chão e o que aconteceu com o Motörhead aconteceu com muitas outras bandas. A missão deste texto é tentar mostrar que o disco foi mal compreendido na sua época e não dizer que ele é um clássico e ficar advogando afim de convencer você leitor a dar fiança nas palavras, mas sim para mostrar uma opinião e a razão de ela ser assim. 

 Depois de lançado, os fãs, torceram o nariz porque ao invés de apresentar aquela banda suja, agressiva, pesada entre outros apresentou uma banda bem mais polida e com algo inédito até ali, ou seja, a banda apresenta solos de guitarra e até é compreensível considerando a escola do guitarrista e sua origem, pois o cara tocou na menos e nada mais no Thin Lizzy e fazia dupla com outro guitarrista fera, o Scott Gorham, enfim o cara foi da fase clássica do grupo, ele não era um idiota disposto apenas seguir ordens. É claro que ele iria fazer questão de colocar a marca dele e que por sinal foi muito bem colocada e não desabona muito pelo contrário acrescentou um charme a mais a sonoridade. Note que o som continua praticamente o mesmo, mas com ligeiras mudanças que foram interpretadas da maneira errada. A banda não pendeu para o hard rock (glam) não há quaisquer indícios para afirmar isso, ou seja, os caras só apresentaram melhor produzido que ficou sob a responsabilidade Tony Platt. O álbum resumido a dez faixas mostra a força e a fúria do Motörhead e quanto a banda é suja, agressiva e mortal é um estilo de vida sem limites e sem destino apenas siga a sua vida e faça tudo por você mesmo e que dane as regras do jogo.  

O disco começa a toda velocidade com “Back at the Funny Farm” e já deixa claro a que veio o Motörhead, ou seja, pura e plena pancadaria no melhor estilo do grupo. “Shine” é um dos grandes momentos e tem um jogo de belos riffs. “Dancing on your Grave” é como dançar no túmulo e dar risada e quebrando tudo. “Rock It” é uma faixa bem legal e completa com dignidade o lado A e fechando o lado entra em cena a faixa “One Track Mind” que se destaca pelo baixo e vocal rouco de Lemmy. Abrindo o lado B entra em cena “Another Perfect Day” outro destaque pela pancadaria emanada. “Marching Off to War” segue com perfeição a proposta do disco e amplifica toda sua obra e magnitude. “I Got Mine” é daquelas faixas para você bater cabeça sem parar e beber com os amigos. As “Tales of Glory”  e “Die You Bastard!” terminam o álbum e mantém o bom nível do grupo que continuou quebrando as barreiras. O Motörhead sempre teve capas belíssimas mesmo as que a própria banda protagonizou em fotografias muito bem sacadas. Desta a capa foi desenhada por Joe Petagno artista gráfico ultra conceituado que já trabalhou com inúmeras banda e com o Motörhead já tem uma história para contar, pois são décadas de parceria, porém naqueles dias tão loucos era o começo de uma longa e duradoura amizade. Petagno geralmente diz escutar o som das bandas para quem faz trabalhos de capa, mas no caso do Motörhead não tinha escutado, ele apenas pegou sua cerveja, uma prancheta e mandou ver e segundo ele tudo reflete o caos da vida do próprio e de Lemmy também. Ele resolveu singrar os ares até Londres para entrega-la pessoalmente aos caras que ficaram espantados quando a viram, pois segundo o autor eles disseram que nunca viram nada igual.     

Another Perfect Day apesar de não ter sido sucesso tinha seu charme e seu forte apelo anti sistema, mas só que não foi devidamente compreendido, pois os fãs se apegaram a detalhes que os impediram de ver certos detalhes que são naturais e acontecem ao longo da vida de uma banda de rock. A banda extraiu dois singles do álbum e as faixas contempladas e responsáveis por impulsionar as vendas do álbum e a faixa “I Got Mine” ficou a com 44º posição nos charts do Reino Unido enquanto nos EUA ela não entrou nos charts e a segunda faixa “Shine” também não atingiu uma posição favorável e acabou ficando com a tímida 59 posição nos charts britânicos enquanto nos EUA, a exemplo de sua parceira não entrou nos charts também. O álbum ficou na 20º posição nos charts do Reino Unido, enquanto nos EUA ficou na tímida 153º posição e mostra que apesar de conhecida e famosa na terra do Tio Sam, o Motörhead nunca estourou de verdade por lá. Enfim, Another Perfect Day pode não ser aquele clássico imperdível, mas também não é um disco execrável e ali existe a alma e poder de fogo e sedução do Motörhead que ao passar de décadas ainda continua sedutor. 

 

 

Canções: 

1 – Back at the Funny Farm
2 – Shine
3 – Dancing on your Grave
4 – Rock It
5 – One Track Mind
6 – Another Perfect Day
7 – Marching off to War
8 – I Got Mine
9 – Tales of Glory
10 – Die You Bastard

 

 

Fonte: Rocknrollmaniaco

Feedback: Dica de vídeo – Ruby Tuesday (Official Lyric Video) – The Rolling Stones

 

Ruby Tuesdayby The Rolling Stones Composers: Mick Jagger, Keith Richards

 

She would never say where she came from

Yesterday don’t matter if it’s gone

While the sun is bright

Or in the darkest night

No one knows

She comes and goes

 

Goodbye, Ruby Tuesday

Who could hang a name on you?

When you change with every new day

Still, I’m gonna miss you

 

Don’t question why she needs to be so free

She’ll tell you it’s the only way to be

She just can’t be chained

To a life where nothing’s gained

And nothing’s lost

At such a cost

 

Goodbye, Ruby Tuesday

Who could hang a name on you?

When you change with every new day

Still, I’m gonna miss you

 

“There’s no time to lose,” I heard her say

Catch your dreams before they slip away

Dying all the time

Lose your dreams and

you will lose your mind

Ain’t life unkind?

 

Goodbye, Ruby Tuesday

Who could hang a name on you?

When you change with every new day

Still, I’m gonna miss you

 

Ruby Tuesday (Official Lyric Video) Directed by: Lucy Dawkins and Tom Readdy at Yes Please Productions Producers: Julian Klein, Robin Klein, Mick Gochanour (C) 2018 ABKCO Music & Records, Inc. Music video by The Rolling Stones performing Ruby Tuesday. © 2018 ABKCO Music & Records

 

 

 

 

 

 

Fonte: ABKCOVEVO / YouTube